Esgotos a céu aberto incomoda moradores e comerciantes na Capital

Porto Velho, RO – Esgotos a céu aberto vêm incomodando diretamente comerciantes e moradores das ruas Miguel Chakian com Herbert de Azevedo – bairro Embratel da capital, Zona central de Porto Velho. O problema afeta diretamente a população local e os comerciantes. Moradores local afirmam que o problema existe há anos.

O problema de esgotos a céu aberto atinge diretamente os moradores e comerciantes da localidade próxima a Av. Jorge Teixeira. O local, tomado por uma grande poça de água na cor esverdeada e matagal denso, além do mau cheiro que exala do local. Segundo os moradores, o problema já foi denunciado à Prefeitura e até agora, ‘nenhuma providência foi tomada pelas autoridades’, reclamam estudantes.

Os proprietários dos imóveis também reclamam bastante por causa do mau cheiro e com a chegada do inverno temem a contaminação. Nesse período, o volume de água pútrida com a ajuntada de carcaças de animais, aliados a fedentina que exala da rede de água pluvial e doméstica, ‘passa do suportável’, reafirmam estudantes e moradores.

O problema ocorre ao menos três anos. Trata-se de um caso recorrente em que as secretarias de Obras e Serviços Básicos da Prefeitura, desde o início da gestão Hildon Chaves, ‘se quer aparecem para checar a situação’, pontuam moradores.

Esgotos a céu aberto não é uma situação exclusiva dessas ruas, no bairro Embratel ou do Centro Histórico da Capital rondoniense. Esse tipo de descaso e omissão se espalham ao longo da cidade, denunciam moradores.

De acordo com um interlocutor da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA), que não teve a identidade revelada, ‘quando estávamos no prédio vendido à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), ninguém conseguia trabalhar com tanto mau cheiro exalado das redes de esgotos estouradas na esquina da Miguel Chakian com a Sete de Setembro’.

Para os moradores e comerciantes dessa localidade, ‘mesmo com todas as janelas e portas fechadas, toda vez que carros e pessoas passam sobre o líquido escuro e fedorento (fétido), o mau cheiro toma conta das vias, levado pelo vento’.

No caso dos córregos do entorno do Terminal Rodoviário Municipal, da rede de hotelaria (pensões e pousadas improvisadas), além dos comércios, a situação dos esgotos a céu aberto predominam e ‘ao menos três anos piorou com o aumento do mau cheiro, os moradores e comerciantes estão sendo obrigados a conviver  com colônias de ratos, moscas e baratas’, arrematou o funcionário da Secretaria de Saúde do Município.

  • da Redação/CNR | Por Xico Nery 

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