Divulgação de conversas bombásticas envolvendo delegado repercute no meio político Porto Velho, RO – O site Correio de Notícia teve acesso a uma série de áudios que revelam conversas bombásticas entre um delegado e um Promotor de Justiça que colocam em ‘xeque’ a atuação da GAECO (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público no Estado de Rondônia. O áudio em que o delegado Júlio César fala, revela uma espécie de esquema entre policiais para prender Walter Waltenberg, presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia. As conversas teriam sido gravadas no contexto de uma conversa entre a autoridade policial e um Promotor de Justiça, segundo apurações preliminares. As ‘notícias bombásticas’ repercutiram na mídia e, sacudiu o meio político. Além de abalar o Poder Judiciário rondoniense. O conteúdo das conversas atribuídas ao delegado Júlio César revela um plano diabólico para esvaziar os poderes do presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia e põe em ‘xeque’ a cúpula da Polícia Civil do Estado de Rondônia. Porém, é necessário aguardar para que se saiba quais serão as consequências desse fato e se as revelações irão interferir nas futuras operações da “GAECO” no Estado de Rondônia. As informações trazidas na Reportagem revelam, uma verdadeira armação entre autoridade policial ameaçando presidente do Tribunal de Justiça, delegado ameaçando presidente da Assembleia. (…). As denúncias trazidas a público nessa Reportagem nesta quinta-feira (31.10), confirmam isso, revelando uma relação promíscua, antiética e ilícita entre integrantes da cúpula da Policia Civil de Rondônia. Os diálogos demonstram que as autoridades policiais não são atores apartidários e apolíticos; mas, sim, parecem motivados por convicções ideológicas e preocupados com alguém ou alguma coisa. As gravações fazem parte de um lote de arquivos enviados ao Correio de Notícia por uma fonte anônima há algumas semanas “bem antes da notícia ser divulgada”. “Apenas coloca em dúvida, principalmente ao olhar do leigo, a credibilidade do órgão investigador, que tem que ser absoluta. Agora, as consequências, eu não sei. Temos que aguardar. (…) Isso (relação entre o órgão de segurança e o Poder Judiciário) tem que ser tratado no processo, com ampla publicidade. De forma pública, com absoluta transparência.”

Porto Velho, RO – O site Correio de Notícia teve acesso a uma série de áudios que revelam conversas bombásticas entre um delegado e um Promotor de Justiça que colocam em ‘xeque’ a atuação da GAECO (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público no Estado de Rondônia.

O áudio em que o delegado Júlio César fala, revela uma espécie de esquema entre policiais para prender Walter Waltenberg, presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia. As conversas teriam sido gravadas no contexto de uma conversa entre a autoridade policial e um Promotor de Justiça, segundo apurações preliminares. As ‘notícias bombásticas’ repercutiram na mídia e, sacudiu o meio político. Além de abalar o Poder Judiciário rondoniense.

O conteúdo das conversas atribuídas ao delegado Júlio César revela um plano diabólico para esvaziar os poderes do presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia e põe em ‘xeque’ a cúpula da Polícia Civil do Estado de Rondônia. Porém, é necessário aguardar para que se saiba quais serão as consequências desse fato e se as revelações irão interferir nas futuras operações da “GAECO” no Estado de Rondônia.

As informações trazidas na Reportagem revelam, uma verdadeira armação entre autoridade policial ameaçando presidente do Tribunal de Justiça, delegado ameaçando presidente da Assembleia. (…). As denúncias trazidas a público nessa Reportagem nesta quinta-feira (31.10), confirmam isso, revelando uma relação promíscua, antiética e ilícita entre integrantes da cúpula da Policia Civil de Rondônia.

Os diálogos demonstram que as autoridades policiais não são atores apartidários e apolíticos; mas, sim, parecem motivados por convicções ideológicas e preocupados com alguém ou alguma coisa. As gravações fazem parte de um lote de arquivos enviados ao Correio de Notícia por uma fonte anônima há algumas semanas “bem antes da notícia ser divulgada”.

Tudo isso, “Apenas coloca em dúvida, principalmente ao olhar do leigo, a credibilidade institucionais de um órgão investigador, que tem como preceitos absoluto a unidade doutrinaria, a legalidade, a moralidade, além da impessoalidade, a hierarquia disciplinar. Agora, as consequências, eu não sei. Temos que aguardar. (…) Isso (relação entre o órgão de segurança e o Poder Judiciário) tem que ser tratado no processo, com ampla publicidade. De forma pública, com absoluta transparência.”

 

  • da Redação/CNR

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