Mães do bairro mariana são homenageadas pela ABVAM

Elas esperam superar desafios até o final de 2019

Porto Velho, RO – Apesar de tardiamente, mães, pais e filhos vinculados à Associação Beneficente das Voluntárias e Amigos do Bairro Mariana (ABVAM), Zona Leste da Capital rondoniense, comemoraram o dia das Mães neste sábado, (18).

Segundo Cleonice, presidente da entidade, “essa data é uma das mais importantes do calendário de atividades festivas do ano”. “Trata-se de um momento de muita importância, uma vez que a ABVAM é composta de mulheres, mães, que serão sempre prioridade nas nossas atuações”.

Com ajuda de voluntários, amigos e parceiros apoiadores, “foram sorteados brindes às mães, extensivos aos pais e filhos, além de lanches rápidos e atividades que deu um brilho a mais na nossa festa comunitária, segundo Cleonice, ate 2020 iremos superar todos os desafios”, afirmou.

A ABVAM existe há uma década e surgiu do esforço de Cleonice durante uma fase de dificuldades. A partir daí, vivenciou vários o drama, hoje superado. De lá pra cá, decidiu criar, instalar e fazer funcionar uma entidade voltada às questões das pessoas mais carentes, escolhendo um dos bairros mais populosos de Porto Velho, o bairro Mariana.

Entre 103 anos contados pelo município,  de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos uma população em media de 519.531 habitantes, ‘más não se sabe ao certo qual a nossa quantidade populacional, queixa-se Cleonice.

Segundo ela, com 85 ruas, a maioria fora dos programas de correção de pontos críticos, pavimentação e drenagem plena, o bairro Mariana se destaca em número de supermercados, empresas, postos de combustíveis, casas de material de construção, igrejas, templos e instituições religiosas e escolas públicas.

No quesito saúde pública, os serviços prestados pelas nas Unidades Básica de Saúde (UBS) não atendem à demanda. A população recorre às unidades dos bairros vizinhos. “Também em situação extrema, com a falta constante de médicos, remédios e ambulâncias”, queixa-se uma moradora da Rua Ataúlfo Alves.

Por Xico Nery/CNR

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