Analistas apontam má gestão tucana em prejuízo das áreas periférica e distritais da capital

Porto Velho, RO – Com o mandato prestes a derreter na história política regional, o tucano Hildon Chaves ainda não disse a que veio e até agora, segundo analistas, “desidrata o próprio nome por não conseguir começar obras de vultos com recursos próprios” e insistir inchar a folha e a colecionar acumular crises, como a da saúde, educação e do transporte público.

Com a velocidade do tempo “tramando” contra a “Gestão tucana Deixa Eu Cuidar de Você e Vem Comigo Porto Velho ’ (vide Cartilha Dr. Hildon e Edgar do Boi da campanha de 2016), o “menu de opções negativas acumulada no período chegaria a mais de 96% das promessas não cumpridas nem iria cumprir até o final do mandato, já no ano que vem, reafirmam analistas por falta constante de dinheiro em caixa.

Entre as 100 promessas não cumpridas na gestão tucana, feitas pelo atual administrador, que ainda não foram concretizadas -, de acordo com um dossiê que deverá circular esta semana começando pelos distritos da Ponta do Abunã e Baixo Madeira, a construção de um mega Pronto Socorro Municipal, implantação de consultórios odontológicos, fim da fila em creches, frota nova de ônibus refrigerada, quatro terminais de ônibus (Leste, Sul, Norte e Oeste da cidade), redução da tarifa de ônibus (sem extinguir a Tarifa Social a estudantes), coleta de lixo seletiva, além de obras de infra-estrutura nos bairros da periferia e distritos.

– Até aqui, se viu o setor privado, como as redes de supermercados AraMix e Irmãos Gonçalves investindo em obras profundas de águas e esgotos no entorno de seus empreendimentos nas Zonas Leste e Sul, informaram.

Acordos

Eleitos, prefeito e o vice, Hildon Chaves e Edgar do Boi, respectivamente, anunciaram criar as Secretarias Distritais de Saúde, Educação, Agricultura e de Obras nas BR-364/319, Baixo Madeira e Postos Avançados de atendimento às comunidades rurais e urbanas do setor chacareiro voltado à agricultura familiar 24 horas, inclusive com técnicos morando nos centros rurícolas para priorizar a produção e assistência técnica.

O mirabolante Programa “Prefeitura Presente nos 14 Distritos de Porto Velho, com atendimento às comunidades rurais e urbanas, obras profundas de infra-estrutura levadas aos distritos de Nazaré, Boa Vitória, Terra Caída, Tira-Fogo, Papagaio, Santa Terezinha (localidade onde nasceu o líder do prefeito na Câmara, vereador Allan Queiroz), Demarcação e Calama (a Igreja Católica continua ameaçada de desaparecer o mapa por força das erosões provocadas pela abertura das comportas das Usinas), “nada disso, foi cumprido”, completam os analistas.

Na questão do atendimento médico-odontológico, “a promessa foi de implantar, uma secretaria Municipal exclusiva para os Distritos”. No setor de infra-estrutura, “à imagem do Departamento de Estrada e Rodagem do Governo do Estado (DER), “a tirada do tucano Hildon Chaves, foi construir Filial Municipal de Obras com Patrulhas mecanizadas residentes nos Distritos”, com a Produção obrigando técnicos agropecuários, engenheiros agrônomos, veterinários e ambientais da SEMAGRIC residindo no campo.

A gestão do tucano Hildon Chaves falha, ainda, segunda os analistas consultados pelo CORREIO DE NOTÍCIA, no âmbito da falta de sintonia da integração entre o gabinete do prefeito, secretarias e Câmara de Vereadores. Nesse setor, apurou-se, no entanto, que, “as pastas da Agricultura, Obras, Infra-Estrutura, Turismo, SINE, Serviço Social, Meio Ambiente e do Interior são comandadas por comissionados sob a égide de vereadores e ex-deputados federais derrotados na última eleição geral.

Entre as 10 promessas de campanhas ainda não cumpridas, ao menos uma delas vem sendo tentada ser executada, apesar da falta de dotação orçamentária plena. Trata-se, de acordo com os analistas, “o caso da Empresa Municipal de Urbanização (EMDUR), que, “aos trancos e barrancos tem se desdobrado a iluminar a cidade, inclusive na zona rural do município”.

Conforme disseram os analistas, “em sendo Hildon Chaves, um notório desconhecido na história política de Porto Velho, se abrigou nas asas e no colo do Vice-Prefeito eleito, Edgar do Boi, sufragado nas urnas repetiu o efeito Aldaíza Fernandes que elegeu Ivo Cassol governador no primeiro mandato.

– Ambos, Hildon e Cassol, precisavam de alguém com margem de votos naturais na Capital Porto Velho, vez que eram, à época, meros agentes políticos e desconhecidos das periferias, arremataram.

Por XicoNery – Redação/CNR

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *