Taxi só para mulheres deve surpreender sistema antigo

Porto Velho, RO – A ideia desse novo sistema de transporte de passageiros nasceu em outra cidade do País. Na Capital Porto Velho, o modelo a ser seguido por aqui é atribuído à viúva de um taxista que, ao menos por enquanto, não pretende revelar o nome e as linhas mestras desse serviço exclusivo para o público feminino.

Em que pese ainda não ter começado esse tipo de serviço de caráter exclusivo às mulheres, a idealizadora do projeto confessou está ‘temerosa em sua iniciativa ante a sagacidade dos donos de outros serviços de taxi destinado ao público plural’.

– A maioria dos que podem reagir, contrariamente, é de profissionais tradicionalistas que, como no caso dos moto-taxistas, UBER e Taxi-Compartilhado, podem não admitir o novo que chega ao mercado, admitiu a fonte.

Nossa personagem – que recebe o codinome, a partir de agora, Maria João – se refere à resistência dos que temem o novo que chega para causar, ela afirma.

Segundo revelou a este site de notícias nu dos pontos de taxi no Centro Velho desta Capital, ‘sou viúva e um dia quase tomaram a placa do meu marido’, como também intentaram contra as viúvas de moto-taxistas mortos.

Em linhas gerais, o novo ‘serviço’ só aguardaria por parecer jurídico e técnico do grupo de interesse. A fonte deste site confessou ainda que ‘o serviço é de táxi baseado no modelo UBER e/ou compartilhado, com prestação exclusiva ao público feminino’.

Foto: Divulgação

Para isso, o grupo liderado pela anônima personagem já fez consultas técnicas aos órgãos de controle e fiscalização, podendo sair às ruas após a solução a ser dada pelo prefeito Hildon Chaves aos polêmicos serviços prestados pelo sistema UBER e Taxi-Compartilhado – ainda funcionando na ilegalidade.

Ouvida a acadêmica Francisca Souza da Silva, 56, elogiou a atitude da viúva de taxista e de uma segunda moto-taxista em inovar o mercado de prestação de serviço no setor de transporte de passageiros. Desta feita, ‘exclusivo ao público feminino’ que, em alguns momentos do translado sofre ameaças de bullying e em outras situações, sequestro relâmpago seguido de morte brutal cujos corpos são achados em varadouros.

Por fim, indagada Maria João (?) sobre tão grande silêncio e sigilo supulcral em torno do ‘novo serviço’ na cidade, citou vários casos tenebrosos que vitimaram moto-taxistas clandestinos, à época, que sofreram forte repressão atribuída a taxistas em fúria. Os tradicionalistas, à época,  não admitiam a chegada do novo serviço que, atualmente, está regularizado no País.

– Xico Nery/CNR 

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